| Robert Rajabally |
| Ilustração Naturalista |
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Também não deve ser confundida com arte 'New Age', de fantasia, ou a chamada 'arte fantástica', hiperrealismo ou mesmo de ficção científica para se encontrar um rótulo entre o que já existe. É uma nova forma de ilustração e design de natureza que procura captar e transmitir de forma pura, a presença das Forças Vivas, a Inteligência Elemental que preside nos bastidores da vida material para representar e inspirar outra visão e outra atitude para com a Vida a nossa volta, ajudando a ampliar nossa visão e noção da ecologia e do meio ambiente, tanto para os que já possuem 'os olhos de ver' como para os que ainda não os desenvolveram, poder entrever uma outra realidade que ainda aguarda nosso despertar. Este tipo de Ilustração Naturalista foi mostrado pela primeira vez no Brasil na Revista Com Ciência Ambiental (foto) de circulação nacional, pela Editora Casa Latina em 2007 como matéria de capa de 8 páginas, escrita e ilustrada por Robert Rajabally. Entendendo melhor esse assunto: O trabalho normal de conscientização ecológico-ambiental, lutar por
leis, realizar pesquisas e atender a população carente já está sendo
realizado por diversos grupos sérios no Brasil que possuem o
conhecimento e os meios de lidar com esse lado da questão. Meu trabalho
então visa atender a um outro lado menos conhecido e menos divulgado
mas que se origina em um tipo de conhecimento mundial que também é
fundamental para embasar e apoiar aquelas, como se poderá perceber ao
consultar todos os ângulos da questão neste site. Uma coisa não
substitúi outra, pois todas são importantes e cada um deve contribuir
como puder com o que souber fazer. Os animais, os reinos vegetal e mineral e o Homem convivem no mundo material e nos planos mais sutis da existência com o Reino dos Elementais e com as Forças Criadoras e Mantenedoras desta Realidade que procuramos compreender. Há muito o que se conhecer, estudar e desenvolver nesta área que é muito mais completa e real que a parcial "realidade" física dos 5 sentidos. Essa realidade supra-física ainda não é mostrada com seriedade, respeito, fascínio e com a naturalidade com que deveria já ser na mídia, principalmente da área ambiental, já que estamos falando de Forças Vivas e Inteligências que SUSTENTAM toda nossa realidade física, como intermediários na criação, organização, transformação e evolução da matéria e das outras formas de vida, tornando possível para nós experimentarmos a vida na matéria, uma realidade apenas entrevista pelas teorias de Darwin. Não se deve ser precipitado aqui e relegar esse assunto a simples crendices, à custa de retardarmos ainda mais nosso entendimento real do que vem a ser o mundo natural à nossa volta, até agora só compreendido na sua maior parte em sua fenomenologia material, como se a vida que a anima fosse apenas um efeito automático a ser preservada mas nunca realmente entendida em sua essência. Intervenções nos ecossistemas, paisagismo, construção de traçados de estradas, jardins e parques, alterações em cursos d'água e manejo de florestas precisa passar por esse conhecimento essencial, sem o que nossas decisões, mesmo bem-intencionadas, possuem grande potencial de causar mais dano do que bem. Ao passarmos de uma atitude de indiferença e exploração da Natureza de forma fria e desenfreada para a tendência atual de preservacionismo que procura cercar de cuidados e leis as espécies em extinção, que já é um passo na direção certa, deixamos de entender que a Vida possui um desabrochar e uma ressonância entre suas partes que ainda não estudamos direito pois só pensamos na preservação e sustentabilidade de tudo sem um estudo maior de como a vida se manifesta na marcha da Evolução. Há nisso profundas contradições como preservar uma espécie que a natureza pode ter marcado para ser extinta por ser já incompatível com a realidade atual (como foi com as espécies primitivas do nosso planeta que deram lugar a formas de vida cada vez mais leves e avançadas de flora e fauna), enquanto que marcamos outras para sempre como 'feitas para abate e consumo'. Quem deve sobrevivier e ser preservado? A baleia mas não o boi? O jacaré primitivo e não os animais que são cobaias de laboratório, úteis por serem reconhecidamente mais avançados por terem uma fisiologia parecida com a nossa? Então protegemos o primitivo e trucidamos de forma cruel o mais avançado? Isso é ajudar a evolução com nossa formação, nossas especializações e nossa ciência? E este é só UM exemplo entre muitos que poderia dar e ainda há a premente questão da Inteligência Elemental que realmente sustenta, dá forma e conduz o desenrolar, o transformar e o desabrochar de toda a vida na Terra, segundo um Plano Inteligente que desconhecemos mas massacramos todos os dias! Perceber e incorporar isso é o que chamo de Nova Consciência Naturalista que nossa arte procura apenas inspirar, levando as questões ambientais acadêmicas para além do que tem sido, para que os que possuem os meios e a formação acadêmica possam corrigi-la entendendo o que se passa nos bastidores dos fenômenos materiais que vêem, podendo assim atuar de forma sábia, verdadeira e eficaz quando forem intervir nos ecossistemas.
O trabalho do naturalista tradicional sempre foi de coletar espécies animais, minerais e plantas, vivos e já mortos, esqueletos e restos para estudá-las, seja com a observação, seja dissecando-os para conhecer todas as suas partes até ilustra-las, desde os tempos em que a única referência era o desenho preciso e não a fotografia. Esse profissional, biólogo ou ambientalista procura entender o ecossitema, suas interações e o comportamento dos seres na natureza, pois com a compreensão pode vir a definição do que é certo fazer para com cada local ou grupo e entender sua interdependência. Tudo isso já foi um grande avanço, porém de agora em diante, é preciso uma Nova Consciência para o naturalista, pois somente dissecar a forma física até seus componentes químicos não é suficiente para atender nossa noção de Realidade conforme vamos despertando para uma Realidade Maior. É preciso incorporar novos elementos essenciais à sua formação que torne mais legítima e menos danosa nosssas intervenções na chamada biodiversidade. A ciência oficial-acadêmica tem seus motivos para obstruir esse nova visão que representa um despertamento da consciência, porém o avanço nessa direção será um dia tão inevitável como foi um dia admitir que a Terra não é chata e sim uma esfera, mesmo que doa para muitos ainda presos aos dogmas científico-religiosos do seu tempo. Dessa forma, o iD Studio desenvolve arte naturalista nesses moldes carismáticos de coleta e observação do naturalista de campo, porém de forma mais profunda do que somente para um retrato físico, procurando uma arte livre de modismos ecológicos ou místicos mas leva a sério o esforço de representar aquilo que há de mais verdadeiro e importante na nossa existência, procurando inspirar essa nova tomada de consciência através de uma nova visualização carismática do mundo natural que nos cerca, entendendo sua ressonância para conosco pois nada está de fato separado e tudo vive. Nesse âmbito, o Design parece ter sido muito pouco usado nesse mundo, tão voltado para um materialismo que busca a exclusividade e o status através da estética oferecida pelo design avançado. O intangível, a ponte entre os mundos, peneirando o supérfluo e o bizarro, para produzir beleza e comunicação útil e profunda para projetos também sérios e úteis. Esse conceito pode ser cada vez mais entendido, vendo as artes naturalistas deste site, acessando as seções correspondentes e complementares e ainda consultando os textos que tratam do Conhecimento Essencial que estão sendo colocados para consulta da visão de natureza e vida que norteia e fundamenta este trabalho:
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Com a passagem das eras fomos perdendo esse contato naturalíssimo com esses seres cuja realidade é paralela à nossa, a ponto de hoje serem encarados como fantasia para crianças. Por isso, continuar mostrando essa realidade como 'crendice em duendes' como tem sido feito com insistência, é sinal da nossa imaturidade e irresponsabilidade coletivas, perdendo com isso a grande chance de progredirmos, pois há muito tempo causamos grande dano a essas formas de vida pela nossa ignorância de sua existência e finalidade enquanto dependemos delas para tudo, da agricultura à manutenção da fertilidade e saúde do solo e dos alimentos, das águas ao equilíbrio ecológico do planeta inteiro, sem sequer nos darmos conta disso ainda! Um verdadeiro estudo e movimento de justiça ambiental-ecológica não pode realmente existir sem começar por admitir essa realidade para depois chegar a um conhecimento funcional ao menos, dessas forças e nosso real papel aqui até voltarmos a ser co-criadores com a Inteligência da Natureza na transformação sadia e legítima do nosso meio ambiente também no Brasil, como já vem sendo feito em diversas partes do mundo há muitos anos e de forma avançada, com enormes resultados, como iremos mostrar noutra seção deste site.